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sábado, 28 de novembro de 2015

A BREVIDADE DA VIDA

É mister que vivamos o hoje intensamente




A BREVIDADE DA VIDA
©Josselene Marques


Nesta manhã, acordei ao som de ‘Pais e Filhos’, de Renato Russo. Os acordes vieram do automóvel de um madrugador. Confesso que até gostei deste inconveniente despertar antecipado ao costumeiro canto dos passarinhos.
Um trecho dessa canção fixou-se em minha mente e não mais saiu: ‘é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã’.
Então eu me pus a reflexionar: Por que vivemos como se fôssemos eternos, sempre adiando tarefas, reconciliações e projetos? Por que acumulamos tantas mágoas, sobrecarregando nossas almas? Por que esperamos a perda para reconhecermos o valor de alguém?
Se a vida é curta e apenas uma passagem, é mister que vivamos o hoje intensamente, empenhando-nos em cultivarmos e exercitarmos o bem.
Estes instantes matutando sobre a brevidade da vida, as incertezas que carregamos no íntimo e os mais diversos sentimentos que nutrimos por tudo que nos cerca me renderam o poema ‘Efemeridades’, que hoje compartilho com vocês, preciosos leitores:


EFEMERIDADES
Depois de aberta, a flor
Tem quase a mesma duração
De seu distinto perfume.
O tempo é absoluto
– não espera por ninguém.
Controla a luz do dia
E o correr da noite,
Em sua transitoriedade.
A paixão se vai...
Antes que você perceba.
A alegria é passageira;
Os momentos são curtos;
A vida, pois, é só uma passagem!

Amemos, pois, como se não houvesse amanhã, e tenhamos um excelente e intenso sábado!

domingo, 10 de julho de 2011

CHUVA

Google Images





Contemplo a chuva a banhar os corpos e a confundir-se com as lágrimas de felicidade destes seres que vivem o amor em sua plenitude...


Afinal, li a imagem ou ela me leu? 

(Josselene Marques)



Um ótimo domingo, caro (a) visitante!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

AGRADECIMENTO

Imagem: Fotosearch


Neste dia, darei graças a Deus,
Em reconhecimento
Às muitas bênçãos recebidas.
Hoje, não me preocuparei à toa...
Viverei cada instante de uma vez.
Quando este dia terminar,
Eu o incluirei entre as bênçãos
E, mais uma vez, agradecerei.


Copyright © 2010 – Josselene Marques
© Todos os Direitos Reservados

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FELIZ 2010!

Imagem: WEB

Mais um ano está terminando. Daqui a algumas horas, um outro se iniciará. Neste momento de transição, buscamos nos manter otimistas. Desejamos e esperamos que tudo melhore a cada mudança de ano convencionada. Não importa o calendário que sigamos. Todos nós temos esta necessidade de fracionar o tempo na ilusão de que o controlamos. Também valorizamos o início de um novo ano porque vemos nele a chance de recomeçar – é como se zerássemos tudo -, de nos melhorar - como seres humanos -, progredir, isto é, conseguir realizar novos projetos ou concluir os já iniciados. Não é à toa que nos preparamos tanto para nos despedir do ano velho e celebrar o início do ano novo.

Aproveito este espaço para desejar um feliz 2010 a todos aqueles que me dão a honra de uma visita, fazem a gentileza de deixar um comentário ou acessam este blog, assiduamente, e valorizam o que escrevo neste espaço. Vocês todos são muito importantes para mim e espero contar com sua companhia no ano que se inicia.
Obrigada e um 2010 ma-ra-vi-lho-so para todos!!!

Copyright © 2009 – Josselene Marques
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

INSEGURANÇA

Imagem: WEB



Ela: Amor, por favor, reflete e dize-me sem rodeios: o que represento para ti? Uma prioridade, uma opção, um sonho real, um fardo, uma diversão, uma preocupação ou uma ilusão? Dize-me, dize-me! Da tua resposta depende o sossego do meu coração.
Ele: E se eu disser que te amo e que tu já fazes parte de mim?
Ela: Resolve. Era tudo o que eu precisava ouvir hoje.
Ele: Que tal um passeio pela praia?
Ela: Seria ma-ra-vi-lho-so!!!
Ele: Então vamos!!!
Ela: Vida, sou a mais feliz das mulheres, sabias?

Copyright © 2009 – Josselene Marques
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sábado, 19 de dezembro de 2009

NATAL



Foto: Maria Luíza/Josenilson Marques
Montagem: Fotomolduras.com


O Natal potencializa, em nossos corações, a alegria, o desejo de união, o espírito de solidariedade...Ele também nos motiva a refletir, perdoar, reconciliar-nos para podermos renascer junto com o Menino Jesus.
Feliz Natal a todos e que renovemos a esperança de vivermos dias melhores no Ano Novo que se avizinha.

Obrigada por sua companhia, suas visitas e seus comentários neste espaço virtual. Espero contar com você, caro(a) amigo (a) internauta, em 2010
.
Copyright © 2009 – Josselene Marques
© Todos os Direitos Reservados

domingo, 18 de outubro de 2009

UM ANO DE EXPRESSÃO E REVELAÇÃO


Clique na imagem para ampliá-la.

Neste mês corrente, os meus dois espaços virtuais estão completando um ano de existência. Na verdade, eu sou membro do Blogger desde o final de setembro de 2008, mas, só comecei a postar em 04.10.2008. Infelizmente, perdi as primeiras postagens e comentários devido a um problema técnico. Considerando as postagens salvas, eles fizeram aniversário no último dia 7.

Dentro do meu reduzido tempo, ainda estou tentando organizá-los melhor. O Expressão é um blog de variedades enquanto que o Revelação é mais literário.


Ambos começaram tímidos e, paulatinamente, foram crescendo em atividade criadora e conteúdo. Hoje, escrevo quase que diariamente, salvo algum contratempo. Através deles, descobri que posso ajudar muitas pessoas a refletirem e também interagir com elas. Parece contraditório, mas para mim eles são um misto de lazer e responsabilidade. Têm sido minhas válvulas de escape, quando a mente cansa de estudar ou as preocupações do cotidiano teimam em aflorar. Escrevo com amor cada palavra, frase ou texto que publico. Só tenho a agradecer a companhia e o acesso de todos os visitantes. Até o momento, com o mínimo de divulgação, foram cerca de 1000 visualizações de perfil, 420 postagens, 21.091 acessos e centenas de comentários.


Agradeço imensamente a vocês que me honram com suas visitas, que dedicam um pouco de seu precioso tempo para ler os meus escritos e, principalmente, àqueles que me deixam comentários incentivadores e elogiosos. Eles funcionam como combustível para que eu me motive a escrever cada vez mais.


Obrigada. Obrigada mesmo!

domingo, 26 de julho de 2009

JUBILEU DE OURO DA MINHA ESCOLA DO CORAÇÃO

Eu e minhas irmãs,
no Ensino Médio da EEJR
(Um desfile de 7 de setembro)
Foto: arquivo pessoal

Foto: Blog da escola


Ontem, 25.07.09, às 8h30min, no auditório Kiko Santos da Escola Estadual Jerônimo Rosado, foi realizada a abertura das festividades alusivas aos 50 anos de existência da mesma através de um ato ecumênico presidido pelo Padre Sátiro Cavalcanti Dantas e pelo Pastor Anselmo Rodrigues da Costa, auxiliados pelo missionário Julimar. Esteve presente um bom número de ex e atuais diretores, professores, funcionários e alunos.

Era patente a empolgação dos celebrantes – ambos com pelo menos duas décadas, de sua existência, dedicadas a este estabelecimento de ensino – e da professora e ex-diretora Maria Natália Bezerra da Costa ao relembrarem o que a escola representou para a educação de Mossoró.



Realmente não tem sido tarefa fácil manter em funcionamento, por cinco décadas, a segunda maior escola do estado, em estrutura física – que atualmente está desgastada e aguardando uma reforma ampla para setembro deste ano. Contudo, apesar dos entraves, ela é um exemplo de resistência por contar com o espírito de luta, persistência e superação de todas as pessoas que por lá têm passado. Uma prova disso é o período em que está sendo comemorado o seu jubileu de ouro. Na verdade, ele já aconteceu desde março e só agora a coordenadora das festividades, professora e presidente do Conselho Escolar Aldenora Gomes Barbosa, conseguiu os recursos necessários para dar início às comemorações, que constarão de um ato ecumênico, um livreto sobre os 50 anos de sua história, um seminário de educação, da criação do hino da escola, da realização do dia do abraço, da montagem de seu memorial, do encontro das gerações e dos campeonatos de xadrez e de diversas outras modalidades.
Fundada em 03.03.1959, no governo de Dinarte Mariz, com o nome de Instituto de Educação de Mossoró, posteriormente, modificado para Colégio Estadual de Mossoró, em seguida, Centro Educacional Jerônimo Rosado e, finalmente, Escola Estadual Jerônimo Rosado tem formado milhares de pessoas e centenas delas ocupam lugares de destaque na sociedade mossoroense: reitores de universidades, políticos, educadores, juristas, artistas, poetas e escritores entre outros nas mais diferentes áreas. Também já serviu de sede do governo estadual por duas vezes.
Em alguns períodos de sua história, não fosse pela ação do seu quadro de profissionais comprometidos, qualificados e experientes, provavelmente, já teria fechado as suas portas. Esperamos que, nesta fase de festejos, as autoridades e seus ex-alunos influentes olhem com mais carinho para este patrimônio educacional que, mesmo enfrentando dificuldades, continua oferecendo um ensino de qualidade e garantindo a aprovação de seus alunos em diversos concursos – só isto já justifica todo e qualquer investimento.


E.E. Jerônimo RosadoVisão da portariaFoto: Raul Pereira

Ao fazer este registro, não pude deixar de relembrar o tempo no qual tive o privilégio de fazer parte do seu corpo discente. Em suas espaçosas salas de aula, concluí os ensinos fundamental e médio. Em seus bancos escolares, aprendi e reforcei valores éticos, comecei a respeitar as diferenças, as pessoas em geral e, principalmente, os mais velhos, os pais e os professores. Outra coisa importante que lá me foi ensinada: o amor pela pátria. Todas as quintas-feiras, as professoras reuniam seus alunos, no pátio lateral da escola, para cantarem o Hino Nacional diante da Bandeira Nacional. Todos o sabiam de cor e eram orientados a manterem uma postura condizente com a ocasião (ficávamos enfileirados tal qual um exército em parada militar) e não dispensavam a mão no peito – em sinal de deferência. Eu tinha apenas sete anos, mas me lembro de um dia no qual estávamos em uma dessas “ordens unidas” e um coleguinha desmaiou exatamente no momento em que iniciávamos o canto da segunda parte do Hino Nacional. A pobre criança fora para a escola sem o seu desjejum e, com o calor e o sol forte, sofrera uma súbita vertigem. O que você imagina que aconteceu a seguir? Simplesmente, continuamos inertes - apenas cantando. Só após a conclusão do Hino, corremos para socorrê-lo. Depois de reanimado, ele foi levado à cantina e devidamente alimentado. Em poucos minutos, retornou à sala de aula totalmente recomposto para alívio de todos nós.



E.E. Jerônimo RosadoFoto: Blog da escola

Lamentavelmente, nos dias atuais, a realidade é bem diferente. Patriotismo para muitos é alienação e respeito é artigo de luxo. Na última Copa do Mundo eram poucos os jogadores que sabiam cantar o nosso Hino corretamente.Também sinto muita saudade dos desfiles cívicos nos dias 7 de setembro (Independência do Brasil) e 30 de setembro (Libertação dos Escravos em Mossoró). Eu e minhas irmãs sempre participávamos. Toda vez que escuto uma banda marcial são inevitáveis as lembranças daqueles tempos maravilhosos e que, infelizmente, não mais voltarão.


Eu aos 18 anos
Desfile em um 30 de setembro Foto: arquivo pessoal
Finalmente, quero parabenizar a todos aqueles que fizeram e fazem parte da bela história da minha/nossa escola do coração. Aproveito também para agradecer ao meu cunhado-irmão e professor, desta escola, José Bino de Oliveira. Como não pude comparecer ao evento, foi graças às informações colhidas junto a ele que tive condições de registrar este acontecimento histórico.


Copyright © 2009 – Josselene Marques
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

OUTRORA


Cozinha antiga
Imagem: WEB


OUTRORA
© 2009 Josselene Marques

Hoje, folheando uma revista, vi uma foto de uma casa antiga na qual se destacava um dos cômodos que, no passado, era o mais visitado e agradável de estar. Se você pensou em cozinha, acertou. Exatamente. Outrora, as cozinhas eram espaçosas e, geralmente, as mães e as avós eram as responsáveis pela preparação das iguarias apreciadas por todos. Recordo-me que sempre havia frutas, um bolo ou outro postre sobre a mesa comprida que juntamente com os tamboretes, o pilão, as máquinas de moer carne e milho, a balança, o fogareiro ou forno à lenha e os demais utensílios domésticos compunham a mobília deste espaço deveras acolhedor.

A cozinha era o território preferido tanto de quem gostava de cozinhar quanto de quem apenas desejava degustar os deliciosos pratos ou, simplesmente, sentar-se e conversar.

Apesar de ser relativamente jovem, ainda alcancei esse tempo. Era bem criança, mas me lembro. Na adolescência, tive o privilégio de contar com quatro professoras de culinária: minha avó, minha mãe e duas tias. Chego a salivar, quando me vem à lembrança a carne assada que minha avó preparava. Deixava-a tão tenra que, antes de comê-la, eu a desfiava com os dedos – previamente bem lavados, naturalmente!

Nas camadas mais humildes da população, as refeições eram servidas na própria cozinha e, após alimentarem-se, todos ajudavam a lavar e enxugar a louça. Era uma festa! Parecia um mutirão. Todos alegres e satisfeitos, cantando, dialogando; enfim, vivendo de acordo com a sua realidade, sem estresse, sem pressa. Naquela época, os alimentos eram naturais, tinham mais sabor e nós tínhamos tempo de senti-lo.

Hoje, as cozinhas das casas e dos apartamentos populares são tão pequenas que mal permitem a uma pessoa se locomover. As mães trabalham fora, para ajudar no orçamento familiar, e são raras as que têm tempo de cozinhar. Muitas acabam optando por comerem de marmita ou quentinha. Aquele bolo ou doce diário somente, talvez, quem sabe no domingo, se der tempo. As conversas ficaram inviáveis – mesmo que as pessoas tivessem tempo, não haveria espaço físico suficiente. A carne já vem moída do supermercado. Quanto ao milho, nada que um liquidificar ou multiprocessador não dê conta. As refeições em família são pouco frequentes, ou porque os horários não coincidem ou devido à distância entre os lares e os locais de trabalho. Desta forma, não resta outra opção senão fazer um lanche nas imediações ou no próprio estabelecimento comercial ou industrial. Já a lavagem da louça, dependendo das “normas da casa”, é feita, à noite e por escala, pela mãe ou pela irmã mais velha. No tocante à alimentação, atualmente, seja em casa ou no trabalho, mal mastigamos – e isto é péssimo. Praticamente, não conseguimos nos concentrar para sentirmos o gosto dos alimentos devido às múltiplas atividades que temos de desempenhar e ao tempo reduzido que nos sobra para satisfazer esta necessidade básica. Pensando bem, não sei se valeria a pena senti-lo, pois com tantos alimentos geneticamente modificados e amadurecidos artificialmente o sabor não seria o mesmo.

Com base nas minhas recordações e reflexões, embora valorizando o progresso, a praticidade e o conforto, creio que eles nos custam muito caro, já que nos privam de uma vida simples, saudável e, com certeza, mais feliz.


quinta-feira, 16 de julho de 2009

AZUL

Imagem: Webshots


Hoje, a visão de uma obra de arte me fez lembrar de um dia especial no qual vislumbrei raros tons de azul, através da janela de um recanto à beira-mar.

Esse dia tornou-se inesquecível porque tive o privilégio de ver uma paisagem incomum: o mar, potencializado pela luz do sol, refletiu o azul do céu em monocromia de matizes vivos - quase berrantes e jamais vistos por mim até então.

Foi instantâneo o interesse despertado por aquele cenário. Não satisfeita com a limitação imposta pelo contorno da janela, deixei o meu apartamento e iniciei uma caminhada pela praia. Segui sem rumo. Deixei-me atrair por aquela beleza natural numa espécie de hipnose. Assim procedendo, ampliei o meu campo de visão e pude avistar, mais claramente, o azul do céu e o do seu reflexo na imensidão do mar. Que espetáculo! Cheguei a perder a noção do tempo.

Foi uma experiência maravilhosa ter o privilégio de enxergar, simultaneamente e de forma ampliada, as várias tonalidades desta cor. Se me fosse perguntado, não saberia dizer de qual matiz mais gostei, pois gosto de todos. Simplesmente, aprecio o azul.

Azul é uma cor que acalma e contribui para a saúde emocional além de proporcionar condições para exercitar a mente com clareza. Por incrível que pareça, na presença do azul, a inspiração pode atingir o seu grau máximo.
Apesar de ser classificada como a mais fria das cores, no Brasil, quando alguém se sente feliz, diz que “está tudo azul”. Já em outros países, ela é sinônimo de tristeza.
Independente do que ela represente, de sua fonte e de seus efeitos sobre o organismo, o azul é lindo e é uma de minhas cores favoritas.



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segunda-feira, 13 de julho de 2009

ROBERTO CARLOS: 50 ANOS CANTANDO O AMOR

Roberto Carlos comemora 50 anos
de carreira em show no estádio do Maracanã


No último sábado, 11.07.09, no estádio carioca do Maracanã, o cantor e compositor Roberto Carlos realizou um belo e inesquecível show.


Esta apresentação foi o segundo evento dos cinco previstos para as comemorações dos 50 anos de sua carreira. O primeiro aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo. O próximo: "Emoções Sertanejas" vai reunir os principais nomes do gênero e o concerto "RC Rock Symphony" terá astros do rock nacional. Em janeiro de 2010, "Expo RC 50 anos" deve acontecer na Oca do Ibirapuera, em São Paulo.

De terno branco, o carismático astro de nossa música entrou no palco, dirigindo um calhambeque azul, e a primeira música a ser cantada, para 68 mil pessoas extasiadas e, em sua maioria, indiferentes à chuva que caía, foi “Emoções". A esta se seguiram os seus maiores sucessos para a grata satisfação de quem o prestigiou.

Com o bom humor que lhe é peculiar, o Rei fez piadas e brincou com a sua legião de admiradores: "Como é que eu posso fazer 50 anos de carreira, se eu não tenho essa idade, bicho?".

O momento mais emocionante foi a celebração de sua amizade com Erasmo Carlos. Ambos choraram abraçados e quase não conseguiram terminar a canção. Logo depois, eles receberam Wanderléia e cantaram juntos, relembrando o tempo da Jovem Guarda. Nos últimos minutos do show, Roberto Carlos fez uma declaração de amor ao público cantando "Como é grande o meu amor por você" e "É Preciso saber viver". A seguir, ao som de "Jesus Cristo", um final apoteótico com direito a jogos de luzes e fogos de artifício. O público incansável e apaixonado lamentou o encerramento de sua apresentação. O grande homenageado deixou o palco como entrou: em um conversível azul.

O que mais me impressiona, neste artista extraordinário, é a sua intimidade com o amor. Realmente, de amar e ser correspondido ele entende tudo. Durante a sua carreira, Roberto Carlos compôs centenas de letras e cantou o amor de todas as formas. Suas canções descrevem o mais sublime dos sentimentos da conquista até o fim do relacionamento. Há, em seu repertório, uma trilha sonora para cada momento do amor ou da relação.

O Rei é unanimidade: todos o amam, apreciam suas músicas e se identificam com algumas delas. Não é à toa que ele está sempre em evidência e jamais perdeu a majestade, atravessando as décadas com o mesmo padrão de sucesso musical e com um público que se renova e amplia a cada dia.

Desejo que ele comemore, ainda, muitos anos de música entre nós – seus maravilhados e entusiasmados fãs.



Copyright © 2009 – Josselene Marques
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terça-feira, 16 de junho de 2009

O AMOR COM PAIXÃO

Imagem: WEB


Quando verdadeiro, o amor é um sentimento sublime e poderoso capaz de provocar sensações fortes. A um simples olhar do ser amado, as pernas entibiam, as mãos gelam e tremem, a boca resseca, as pupilas se dilatam, o coração acelera e ondas semelhantes à correntes elétricas percorrem toda a extensão de nossa estrutura física – que reage prontamente. Como não perceber ou reconhecer tais emoções ou sinais?


Quando vivemos o amor com paixão, tudo é encantador, b
em mais colorido e fácil. 
Temos a impressão de que a natureza sorri para nós. 
Acreditamos que o nosso amor é o maior de todos. 
Só queremos agradar e tornar felizes o
s objetos do nosso amor. E
nchemo-lhes de mimos, declarações e
 permanecer juntos é o que mais almejamos.



Quando o afastamento da pessoa amada é inevitável, a
 mente se põe a divagar e o corpo a flutuar.
Trata-se de um tentame para eternizar os momentos de alegria e prazer vividos a dois. 
Contudo, não atino o motivo de tantas pessoas o estragarem com comportamentos egoístas ou infantis. 
Talvez a minha dificuldade, em encontrar a resposta, r
esida no fato de eu apenas amar - amar incondicionalmente.



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sábado, 16 de maio de 2009

SERENIDADE


Imagem: WEB


SERENIDADE
Por Josselene Marques

Neste momento, uma sensação de paz invade todo o meu ser.

Ela é fruto de uma consciência tranquila, da certeza do dever cumprido, dos compromissos em dia, de um coração que ama, é amado e só deseja o bem.

Desde que amadureci, realizo a façanha de não me deixar corromper por sentimentos vis – e isso me tem feito um bem enorme.

Para conservar do espírito a serenidade, sempre busco a luz e os sentimentos nobres – elementos essenciais para fazer valer a pena esta breve passagem por este conturbado planeta.

Copyright © 2009 – Josselene Marques
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