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domingo, 4 de dezembro de 2011

Tua Presença

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Neste final de tarde, integrei-me à natureza
E, em cada componente da paisagem,
Percebi Tua inefável presença.
O sentimento de solidão deu lugar
A uma sensação de paz e contentamento.


A fé, renovada pela consciência do Teu amor,
Deu-me a certeza de que momentos felizes
Estão reservados para o amanhã.
Confiante, a cada dia, renascerei junto com o sol☼
E agradecida Te louvarei, ó Meu Senhor.


(Copyright © Josselene Marques)

Obs.: Poema publicado em 16.05.10 no blog Expressão.

domingo, 20 de novembro de 2011

Bênção

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Que me perdoem os céticos, mas, a partir de hoje, sou testemunha de que a fé, de fato, move e remove montanhas de obstáculos.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Contrários - Pe. Fábio de Melo

Que tal refletir tendo como ponto de partida a mensagem desta bela letra? Você pode ver o vídeo clicando aqui.

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Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
Precisou saber recomeçar


Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota algum motivo pra lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer


Que o verso tem reverso
Que o direito tem um avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E o ódio é uma forma tão estranha de amar


Que o perto tem distâncias
Que esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.


Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar


Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer

domingo, 15 de maio de 2011

15.05.11 - Graças

Imagem da Web



Senhor, o sono chegou... Todavia, antes de atendê-lo, quero Vos agradecer pela vida digna, saúde e paz interior; pelas pessoas que pusestes em meu caminho e por me protegeres em todos os momentos, como extraordinário Pai que sois.


Diariamente, percebo Vossa misericórdia infinita diante da desobediência e da ingratidão humanas e sinto, na mesma proporção, a presença do Vosso amor divino através dos sinais enviados. Que, a cada dia, mais e mais pessoas sigam o Vosso caminho. De minha parte, espero sempre merecer as Vossas bênçãos. Amém.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Sus!

Casal em comunhão com a natureza
Imagem do Google


Vê! Que belo dia acaba de nascer...
O sol generoso está a iluminar
As mais diferentes formas de natureza;
Aspira! A moldura verde está a exalar vida;
Mira! Céu e mar vestidos de azul... Que encanto!
Procura sentir a presença do Criador
Em teu viver, ao teu redor.
Percebe que é chegada a hora

De acordar os sonhos adormecidos...
Não desperdiça bênçãos!
É tempo de recomeço... Vai à luta!
Vale a pena acreditares em tudo
Que possa te trazer felicidade.

*Sus [Do latim sus, ‘para cima’] – interjeição = Eia; coragem; ânimo.

Copyright 2011© Josselene Marques
Todos os direitos reservados

sábado, 10 de julho de 2010

Divino amor

A bênção
Donald Zolan

Teu olhar de bênção divina é promessa.
Complacência e perdão ele expressa.
Teu amor é da alma o alimento
Até que se dê o último alento.



Copyright © Josselene Marques
Todos os direitos reservados

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ato de fé


Jovem estende as mãos em ato de oração e fé
Imagem da WEB sem indicação de autoria

Aquele jovem homem,
De mãos estendidas,
Eleva a Deus uma prece:
Que saia incólume do tormento
Que tem sido o seu viver.
Conta com a misericórdia divina;
Deposita Nele toda a esperança.
Repleto de fé, aguarda com resignação
Os dias melhores que certamente virão.
Copyright © Josselene Marques
Todos os direitos reservados

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

AGRADECIMENTO

Imagem: Fotosearch


Neste dia, darei graças a Deus,
Em reconhecimento
Às muitas bênçãos recebidas.
Hoje, não me preocuparei à toa...
Viverei cada instante de uma vez.
Quando este dia terminar,
Eu o incluirei entre as bênçãos
E, mais uma vez, agradecerei.


Copyright © 2010 – Josselene Marques
© Todos os Direitos Reservados

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

23.12.08 - A origem do Natal

Imagem do Google


Do latim Natalis, “Natal” em português – substantivo masculino para “dia do nascimento”, o vocábulo refere-se à Natividade de Jesus. Christmas, seu equivalente em inglês, pode ser traduzido, literalmente, por “Missa de Cristo”. Já em alemão, Weihnachten significa “Noite Bendita”. Embora as pessoas, de diferentes nacionalidades e denominações religiosas cristãs, chamem esta celebração por nomes diferenciados, todos eles têm algo em comum: sua semasiologia. Esta indica culto ou homenagem ao Menino Jesus – Que é o verdadeiro sentido das festas natalinas.


A Festa do Natal não foi relacionada entre as festas bíblicas e tampouco a própria palavra Natal aparece na Bíblia. Todavia, isto não remite a importância desta data para o Ocidente, pois ela marca o ano 1 da nossa História.


O Natal possui raízes pagãs e teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV. Anteriormente, culturas ancestrais festejavam o solstício de inverno - Que é a noite mais longa do hemisfério norte - e acreditavam que, nesta noite, ocorria uma virada das sombras para a luz, isto é, o renascimento do Sol Invicto. Como na Roma Antiga, o início do inverno era comemorado em 25 de dezembro, com a Festa da Luz, em celebração ao deus Sol - “Dies natalis invicti solis”-, e, ao mesmo tempo, acontecia o crescimento e a difusão do cristianismo, a Igreja Romana resolveu inculturar estas festas – já que é sua tradição não destruir a cultura dos povos – e dar-lhe um novo significado: o Natal, a partir de então, passou a simbolizar a luz, mas não a do sol e sim a de Cristo - que veio ao mundo para nos salvar e morrer pela remissão de nossos pecados.


É consenso, entre a maioria dos historiadores, que o primeiro Natal, de acordo com o modelo que seguimos, foi celebrado somente no ano 336 d.C. A troca de presentes, por exemplo, simboliza as ofertas feitas pelos três reis magos ao Menino Jesus, da mesma forma que outros rituais pagãos também foram adaptados.


A data exata do nascimento de Jesus é desconhecida. Calcula-se que tenha ocorrido em um mês de setembro e não em dezembro - mês no qual os habitantes de Belém, na Judéia, eram submetidos a um inverno rigoroso. Seria humanamente difícil a Sagrada Família sobreviver nestas condições climáticas desfavoráveis. Isto porque, segundo a história, o Menino Jesus, seus pais e os visitantes ficaram praticamente ao relento, na ocasião do nascimento do Filho de Deus. Portanto, o dia 25 de dezembro não é a data verdadeira do nascimento de Jesus. Quem a marcou, no século IV, foi o Papa Libério com o objetivo de suplantar a festa pagã ao deus Sol.

Independente da origem, do significado e da verdadeira data do Natal, observamos que, neste período convencionado, ocorre uma considerável e positiva alteração comportamental tanto na convivência comunitária quanto na familiar: as pessoas ficam mais compreensivas, acolhedoras e solidárias. E o interessante é que isto é contagiante. Então, eu pergunto: Por que não adotar estes sentimentos e este comportamento durante o ano inteiro?
Copyright © 2008 Selene

sábado, 13 de dezembro de 2008

13.12.08 - Santa Luzia - Padroeira de Mossoró

Arte by Josenilson Marques

Hoje, 13 de dezembro, os mossoroenses católicos festejam a sua padroeira Santa Luzia. Estes festejos se repetem, há 166 anos, desde que a Capela de Santa Luzia foi elevada à categoria de Matriz. Seu primeiro vigário foi o Pe. Antonio Joaquim Rodrigues. Foram 50 anos dedicados à paróquia. A construção da Capela, atualmente Catedral, foi o cumprimento de uma promessa de dona Rosa Fernandes, esposa de Souza Machado – proprietário da Fazenda Santa Luzia que se transformou, com o passar dos anos, no centro de nossa cidade.
Esta festa se equipara, em grau de importância, ao Natal. Muitas pessoas aproveitam o feriado para rever os familiares, seja em suas próprias casas ou na procissão – que percorre as oito principais ruas e avenidas centrais e de dois bairros próximos ao local onde está situada a Catedral que abriga a imagem da reverenciada Santa.

Minha família, em particular, reúne-se na residência de minha avó materna – já falecida – que fica no centro da cidade e é a quinta rua do itinerário. É um ponto privilegiado onde os que não acompanham a procissão têm o prazer de vê-la por inteiro e, ainda por cima, cumprimentar, inclusive, os parentes distantes e os amigos que passem por lá. Nesta ocasião, aproveitam, ainda, para antecipar os votos de Feliz Natal e Ano Novo aos que não participarão de suas ceias natalinas. É uma tradição que se repete há quase três décadas.

Vejamos, agora, um pouco da história da nossa padroeira:

Na realidade, o seu verdadeiro nome é Lúcia. No entanto, esta jovem siciliana, que nasceu em 283, é mais conhecida por Santa Luzia de Siracusa. Bastante venerada pelos católicos como virgem e mártir, morreu por volta de 304 durante as perseguições de Diocleciano em Siracusa. Era uma jovem de família abastada. Foi prometida para se casar com um rico concidadão. Como ela não aceitou, pois tencionava ser freira, o seu pretendente a denunciou como professora, no seu entender, da “falsa fé cristã”.

Sua mãe adoeceu gravemente. Após fervorosas orações de Luzia, ela recuperou a saúde. Muito agradecida, acabou concordando em satisfazer a vontade da filha, permitindo, inclusive, que ela distribuísse aos pobres os bens equivalentes ao seu dote. Luzia foi presa, torturada (em uma das torturas, arrancaram-lhe os olhos) e morta por um golpe de espada que cortou sua cabeça. A relação de seu nome com a visão está vinculada à própria origem do mesmo: Lúcia deriva de lux (forma latina equivalente à luz), cujo sentido também se estende à faculdade espiritual de apreender a realidade sobrenatural. Isto justifica o fato de Dante Alighieri, na Divina Comédia, ter atribuído a ela a função de graça de alumiação.

Aproveito a oportunidade para desejar um ótimo final de semana a todos os meus leitores e um abençoado feriado aos mossoroenses.

Copyright © 2008 Selene

sábado, 11 de outubro de 2008

Padroeira do Brasil



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Sua primeira aparição ocorreu há quase três séculos, em 16.10.1717, no rio Paraíba, em um povoado próximo à Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto - MG) na ocasião em que alguns pescadores providenciavam o prato principal do banquete que seria servido ao seu governador - o conde de Assumar. A pesca estava difícil, mas eles insistiram e não só encontraram a imagem com a cabeça separada do corpo como também uma grande quantidade de peixes.

A partir deste episódio, os milagres se multiplicaram: o dos peixes, o das velas, o da libertação do escravo, o do menino no rio, o do homem sem fé entre tantos outros.

Nossa Senhora Aparecida é, sem dúvida, a santa predileta dos brasileiros.


Vejamos algumas curiosidades:


    • O dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida era comemorado em 8 de dezembro desde que o Papa Pio XI a declarou Padroeira do Brasil, em 1928.

    • A comemoração em 12 de outubro teve início em 1954 após decreto do governo brasileiro que a oficializou.

    • O Dia das Crianças e o Dia do Descobrimento da América são comemorados também nesta data, mas o feriado é exclusivo da padroeira.
    Copyright © 2008 Josselene Marques

    quinta-feira, 9 de outubro de 2008

    Yom Kippur



    Imagem do Google
    No pôr- do- sol de hoje, encerrou-se o Yom Kippur - também denominado Sábado dos Sábados, Dia do Perdão ou Dia do Arrependimento. É o dia mais solene do ciclo festivo anual dos judeus. É celebrado, dez dias após o ano novo, para relembrar o episódio bíblico no qual Moisés enfurecido, com a adoração de seu povo a um bezerro de ouro, quebra as tábuas dos Dez Mandamentos para , em seguida, retornar ao Monte Sinai pedir e receber o perdão divino para ele e os seus e, de inhapa, ainda recuperar as tábuas destruídas.


    Esta data me faz refletir sobre a importância do perdão em nossas vidas. Platão dizia que "errar é humano, mas também humano é perdoar. Perdoar é próprio de almas generosas." No episódio de Moisés, Deus nos dá um exemplo a ser seguido quando, misericordiosamente, perdoa aquele povo. Para mim, perdão é sinônimo de libertação. Quando perdoamos, estamos nos auto-libertando e tornando livre o outro. O perdão é reconhecido pelos atos e não pelas palavras escritas ou proferidas. Quem perdoa cresce, quem é perdoado se levanta. A ausência de perdão limita nossa capacidade de agir, faz mal ao nosso coração, nos tira a paz e é uma porta aberta para a tristeza e a apatia. Somente conseguiremos restaurar a liberdade, a paz e a alegria em nosso viver se conseguirmos esquecer totalmente as ofensas recebidas.
    Copyright © 2008 Josselene Marques