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A desclassificação da Seleção Brasileira
– na disputa pelo troféu da FIFA/Copa 2010 – motivou-me a escrever...
Hoje, nós iremos
refletir um pouco sobre como gerimos as derrotas e as vitórias tão presentes em
nosso cotidiano.
Caro (a) leitor (a),
você já reparou que somente questionamos as derrotas e, em se tratando de
vitórias, limitamo-nos a comemorá-las?
Se considerarmos que a
vida é feita de equilíbrios, seria um proceder inteligente todo ser humano
procurar conviver bem com ambas, pois sempre haverá cinquenta por cento de
chance de perdas ou ganhos, em quaisquer que sejam as situações nas quais ele
se envolva.
Sem dúvida, encarar as
derrotas é muito mais difícil. Geralmente, nossa primeira atitude é tentar
arranjar um culpado ou uma justificativa para elas. Entretanto, esse modo de
agir somente terá sentido se houver aprendizado com as derrotas. Até porque,
por melhores que sejam as explicações encontradas, somos impotentes para
alterar o resultado em questão. Todavia, isto não impede que reajamos,
reorganizemo-nos e sigamos lutando para lograrmos êxito mais adiante.
Outra coisa que deve
ser levada em consideração: numa competição, jamais devemos menosprezar um
adversário. A consciência de que, quando rivalizamos, as derrotas também fazem
parte do jogo e que, mais cedo ou mais tarde, teremos que passar por elas,
ajuda-nos a encará-las de uma forma mais madura e menos traumatizante.
Resta-nos, pois,
aprender com as mesmas e não nos deixarmos contaminar pelo orgulho e pela
vaidade que podem nos levar a ampliarmos as probabilidades de mais fracassos.
Logo, saber perder é tão importante quanto saber ganhar.
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