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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

09.02.09 - Inteligência Emocional

Imagem: WEB

Podemos defini-la como um estágio adiantado na evolução da faculdade de pensar, logicamente, do ser humano.
Quem consegue desenvolver este tipo de inteligência está fadado ao sucesso e faz todo o diferencial em qualquer ambiente no qual necessite interagir.

O indivíduo que a possui é capaz de autoconhecer-se, controlar, facilmente, os próprios sentimentos e, pela observação, administrar, inclusive, o emocional de outras pessoas, com as quais convive, de modo a manter o equilíbrio dos relacionamentos e das situações de conflitos.

Somente quem medrou o Quociente Emocional (QE), a inteligência intelectual e a agilidade mental, definiu objetivos e é determinado, tem habilidade para substituir sentimentos negativos tais como: frustração, desânimo e raiva por seus “correspondentes” positivos: satisfação, entusiasmo e bom-humor.

A inteligência emocional possui cinco componentes principais: a empatia, a auto-motivação, a autopercepção, o autocontrole e as interações sociais. Todos eles contribuem e são determinantes para a realização pessoal (incluindo afetiva) e profissional.

Para desenvolvê-la, faz-se necessário traçarmos metas de comportamento, baseadas nos seus cinco componentes, e seguí-las, exaustivamente - esforço e persistência são essenciais-, até que se constate a “reprogramação” no nosso modo de sentir e agir – já que o cérebro aprende através de experiências repetidas.

Portanto, se levarmos em consideração que as emoções influenciam nas decisões que tomamos, seria interessante e salutar tentarmos fazer aumentar, cada vez mais, este importante tipo de inteligência para construirmos uma estrutura emocional sólida que nos proporcione bom êxito e satisfação moral neste complexo e conturbado mundo globalizado.
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domingo, 8 de fevereiro de 2009

08.02.09 - O seu ciúme é normal ou patológico?


Imagem: WEB

“O ciumento passa a vida tentando descobrir o segredo que irá destruir a sua felicidade.” (Oxentien)

O ciúme atinge homens e mulheres. De caráter instintivo e natural, caracteriza-se pelo medo, real ou irreal, de perder quem se ama. Ele é consequente da falta de confiança em si próprio ou no outro.

Se for moderado e ocasional, é considerado normal e até um estímulo extra no relacionamento, mas se for intenso ou irracional é patológico e poderá agravar-se ao ponto de transformar-se em uma obsessão. Neste caso, carece de tratamento.

O(a) ciumento(a) vive em meio a um turbilhão de emoções, pensamentos, reações físicas e comportamentos desequilibrados. Os mais comuns são: dor, tristeza, inveja, depressão, ressentimento, culpa, humilhação, aperto no peito, ações impulsivas e agressivas e a incansável busca de confirmação da traição que conjectura e julga ser real.

As causas do ciúme são várias e algumas têm sua origem na infância. Situações mal resolvidas, naquela fase, podem manisfestar-se, novamente, na fase adulta, sob a forma de possessividade ou paranóia.

É quase insuportável conviver com um(a) ciumento(a), pois ele(a) quer tirar de você uma das coisas que lhe são mais preciosas: a sua liberdade de pensar, agir e ser.

Felizmente, há tratamento. Nos casos mais leves, considerados normais, o diálogo franco entre o casal poderá pôr um freio, amenizar ou até mesmo resolver “o desconforto”. Já nos casos mais graves e de cunho patológico são feitas sessões de psicoterapia nas quais sua autoestima é trabalhada bem como promove-se a valorização de sua autoimagem até que o(a) ciumento(a) consiga ter bem definida a linha divisória entre imaginação e fantasia, crença e certeza e seja capaz de deixar o objeto de seu amor respirar e, consequentemente, viver em paz – de preferência ao seu lado, é claro!

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

06.02.09 - Paz interior

Imagem: WEB

Somente desfrutamos de paz interior quando:
Somos autênticos e conscientes,
Sabemos o que e quem queremos,
Temos coragem para decidir e assumir o nosso querer,
Abandonamos ou ignoramos tudo quanto nos incomoda,
Arquivamos lembranças que nos machucam
E seguros do que é, realmente, bom para nossas vidas,
Seguimos firmes, e sempre em frente, sem olhar para trás.
E assim, ao cumprirmos, fielmente, o que propomos
Como metas ideais para nossas vidas,
Livramo-nos dos conflitos íntimos
E restabelecemos, naturalmente,
A tranquilidade de nossas almas.
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domingo, 21 de dezembro de 2008

21.12.08 - Inteligência emocional II


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Podemos defini-la como um conjunto de competências comportamentais que envolvem emoções voltadas para a própria pessoa. É um estágio adiantado na faculdade de pensar logicamente.

Quem consegue desenvolver este tipo de inteligência está fadado ao sucesso e faz todo o diferencial em qualquer ambiente no qual necessite interagir.

O indivíduo que a possui é capaz de autoconhecer-se, controlar, facilmente, os próprios sentimentos e, pela observação, administrar, inclusive, o emocional de outras pessoas, com as quais convive, de modo a manter o equilíbrio dos relacionamentos e das situações de conflitos.

Somente quem medrou o Quociente Emocional (QE), a inteligência intelectual e a agilidade mental, definiu objetivos e é determinado, tem habilidade para substituir sentimentos negativos tais como: frustração, desânimo e raiva por seus “correspondentes” positivos: satisfação, entusiasmo e bom-humor.

A inteligência emocional possui cinco componentes principais: a empatia, a auto-motivação, a autopercepção, o autocontrole e as interações sociais. Todos eles contribuem e são determinantes para a realização pessoal (incluindo afetiva) e profissional.

Para desenvolvê-la, faz-se necessário traçarmos metas de comportamento, baseadas nos seus cinco componentes, e seguí-las, exaustivamente - esforço e persistência são essenciais-, até que se constate a “reprogramação” no nosso modo de sentir e agir – já que o cérebro aprende através de experiências repetidas.

Portanto, se levarmos em consideração que as emoções influenciam nas decisões que tomamos, seria interessante e salutar tentarmos fazer aumentar, cada vez mais, este importante tipo de inteligência para construirmos uma estrutura emocional sólida que nos proporcione bom êxito e satisfação moral neste complexo e conturbado mundo globalizado.

Copyright © 2008 Selene

domingo, 7 de dezembro de 2008

Inteligência emocional I

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Em princípio todo ser humano nasce com o potencial de pelo menos nove inteligências que se desenvolvem em consonância com o seu ambiente e a sua cultura. São elas: inteligência verbal ou linguística, inteligência lógico matemática, inteligência cinestésica corporal, inteligência espacial, inteligência musical, inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal, inteligência pictográfica e inteligência naturalista.

Geralmente, as pessoas que conseguem obter sucesso ou destacar-se, nas diferentes áreas de atividades, têm algo em comum: uma estrutura emocional sólida. Na verdade, elas são dotadas de um tipo de inteligência descoberta e bastante valorizada desde os anos 90: a inteligência emocional. Podemos defini-la como um conjunto de competências comportamentais que envolvem emoções voltadas para a própria pessoa.

É possível desenvolver a inteligência emocional através do treino, pois o cérebro retém, mais facilmente, na memória, se lhe forem apresentadas repetições de experiências. Durante este treino, a pessoa deve desenvolver seu poder de persuasão, seu espírito de liderança, sua empatia, sua flexibilidade, sua motivação e, principalmente, seu relacionamento interpessoal.

Segundo os cientistas Peter Salovey e John D. Mayer, a inteligência emocional abrange quatro domínios: percepção das emoções, uso das emoções, entendimento das emoções e controle (e transformação) da emoção.

Foi cientificamente comprovado que a inteligência emocional interfere mais, incisivamente, na felicidade das pessoas e na sua realização pessoal e profissional, do que seu raciocínio lógico e suas habilidades espaciais.

Portanto, recomenda-se que elas procurem desenvolver suas inteligências emocionais para chegarem, de forma segura e sadia, ao crescimento pessoal. Vale enfatizar, ainda, que o bom êxito e o bem-estar das mesmas dependem da forma como elas se relacionam, emocionalmente, nas mais diversas situações de suas vidas.
Copyright © 2008 Josselene Marques

Abaixo o link de um site que contém um teste de QE para o caso de você querer auto-avaliar-se:
http://www.guiarh.com.br/z84.htm
 

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Frustração

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Dos estados de tensão, predominantemente existenciais, com os quais somos obrigados a conviver, o de frustração é um dos mais difíceis de administrar. Isso acontece porque esquecemos que o mundo não gira, exclusivamente, de acordo com a nossa vontade. Ele é democrático e leva em conta um contexto bem mais abrangente, isto é, o que é melhor para um grupo ou para todos e não para uma só pessoa. É nessa hora que surge este sentimento de desgosto capaz de alterar profunda e negativamente nosso estado de espírito.
A frustração desencadeia-se em momentos bem perceptíveis e numa gradação: primeiramente vem o susto provocado pelo fato, seguido da sua não aceitação, da revolta e da depressão. Se a pessoa foi educada com limites e/ou é emocionalmente madura, ocorrem os últimos momentos que são a recuperação do bom senso e do bem-estar. Ilustrando a minha reflexão, sugiro que você tente imaginar alguém que se preparou para participar de determinado evento e, inesperadamente, algo acontece e ele é privado de viver o que foi agendado e, ansiosamente, esperado. Não é fácil – você há de convir comigo. E ainda mais, hoje em dia, em que muitas pessoas vivem sob o jugo do estresse que lhes impossibilita enfrentar, com equilíbrio, situações que contrariem suas expectativas.

Todavia, faz-se necessário nos conscientizarmos de que a arma para combater a frustração está dentro de nós e não depende de terceiros. Precisamos aprender a aceitar as coisas inevitáveis ou que não podemos mudar a fim de que nosso “comportamento infantil” não prejudique nossos relacionamentos, nossa vida e, principalmente, a nossa saúde mental.
 
Copyright © 2008 Josselene Marques

domingo, 19 de outubro de 2008

A natureza transgressora do homem



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O homem é um ser transgressor por natureza. Ele constrói sua identidade ao ajustar-se através da interação entre o seu "eu" e os vários "outros" que constituem a sociedade a qual pertence. É, justamente, nesse convívio que se observa a diversidade na maneira de pensar e agir do ser humano, motivo pelo qual ele próprio cria normas de boa convivência para, em seguida, a depender da situação, ser o primeiro a transgredi-las.


Da relação mútua, dinâmica e em permanente atualização entre norma e transgressão, resulta o avanço do "eu", tanto individual quanto coletivo. Freud, no seu conceito de inconsciente, já professava a existência de outra criatura dentro de si mesma, desconhecida, confusa, contraditória e irracional que infringia as normas pré-estabelecidas. Recentemente, o cientista alemão John Dylan-Haynes, após uma experiência, comprovou que o livre-arbítrio não existe. Segundo ele, é o cérebro que toma as decisões, em seu próprio ritmo e tempo, bem antes da consciência - que é apenas um de seus componentes. Teorias à parte, é fundamental que o homem passe por uma renovação mental e comportamental, isto é, adote uma nova forma de viver e conviver que vise a valorização de sua vida e que o liberte de sofrimentos inúteis e prejudiciais. Ele precisa dar um basta à homogeneização e ao conformismo impostos pela educação, pelo Estado e pela religião. Exemplos a serem seguidos não faltam. A história está repleta de transgressores que impulsionaram o progresso e lutaram para mudar, no seu tempo, o que lhes incomodava ou indignava. Entre eles destacam-se: Buda, Sócrates, Gandhi, Luther King, Galileu e o próprio Jesus - que equiparou servos e senhores, judeus e não judeus diante do mesmo Criador, além de "ditar" um novo modo de agir de acordo com o que acreditava ou lhe foi mandado pelo Pai. Infelizmente, muitos foram caluniados, incompreendidos, punidos ou pagaram com a vida por suas transgressões. No entanto, foi graças a esses transgressores, que ousaram romper a "camisa-de-força da sociedade", que o mundo tem evoluído, embora paulatinamente, no que se refere às contraposições entre bem e mal, mandamento e pecado, código e infração.

Vale reiterar que, para viver melhor, o homem deve, constantemente e com responsabilidade, rever padrões, leis, regras e ditames. Ele também precisa ter noção de que transgredir não é simples e tampouco fácil - tem conseqüência e preço. As formas mais comuns de transgressão são: pelo crime e pela arte - a escrita, por exemplo, pode ser usada como instrumento para transformar o mundo. Ao fazer sua opção, o transgressor carece encontrar o equilíbrio entre o seu quebrantamento e o respeito ao espaço e ao direito dos outros com os quais convive - não é à toa que as mudanças amolentam. Contudo, apesar de provocar atrasos na evolução da sociedade, esta razoável consciência de limites é imprescindível ao transgressor, pois se todos resolvessem mudar as coisas a seu bel-prazer seria o caos.
Copyright © 2008 Josselene Marques

Este artigo, de minha autoria, foi publicado no Caderno Expressão, do Jornal Gazeta do Oeste, deste domingo.